Gestão e Controle

 

 

 

 

 

 

 

 

Gestão e Controle Patrimonial, nossa especialidade

CC Patrimonial, Administração, Consultoria e Patrimônio S/S Ltda,  preocupada e comprometida em orientar e dar apoio técnico afim de realizar uma gestão eficaz, moderna, transparente e participativa, com foco no cidadão, identificou a necessidade de instrumentalizar os agentes públicos para enfrentar os desafios que lhe são apresentados, por meio da atualização e do aperfeiçoamento, proporcionando-lhes o conhecimento de ferramentas e técnicas específicas para o planejamento e execução das atividades relacionadas aos setores de Controle e Gestão do Patrimônio Público.

Nos últimos anos a Contabilidade do Setor público vem passando por transformações como não acontecia desde a publicação da lei nº4.320/1964. O foco é o resgate da Contabilidade como ciência e a ratificação de que seu objeto é o patrimônio público

É bem verdade que os dispositivos legais, a partir do artigo 70, parágrafo único, da Carta Magna, que estabelece a obrigatoriedade de prestação de contas de pela guarda e gerenciamento dos bens públicos.

Com o Advento das Normas Brasileiras de Contabilidade, específicas do Setor Público – NBC T SP, vigentes desde 2008, editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade, o Controle e Gestão dos bens Patrimoniais assume lugar de destaque no cenário das informações e demonstrações contábeis desse seguimento

Esse fator tem contribuído para que o setor de patrimônio passe de coadjuvante a personagem principal. Servidores com mais de vinte anos de serviço patrimonial são capacitados pela primeira vez. Normas de controle dos bens são publicadas. Sindicâncias, processos administrativos disciplinares são realizados para a solução de problemas patrimoniais.

Dessa forma, a Gestão Governamental se vê perante um novo desafio: a organização de setores de natureza administrativa, em especial aqueles de cunho patrimonial.

Nesse tocante, muitas das decisões dos órgãos fiscalizadores referentes à gestão dos bens públicos apontam para esta fragilidade. Verifica-se, ainda, que as auditorias identificam dificuldades estruturais no tratamento dos bens permanentes, tanto nas questões mais básicas, como o simples registro de incorporações, quanto no controle da movimentação interna desses bens, assim como na sua conservação, atualização e respectivas baixas contábeis.

Por essa razão, o momento atual impõe uma releitura patrimonial direcionada por entendimentos técnicos, devidamente subsidiados por conceitos administrativos, jurídicos e, especialmente, contábeis.

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